domingo, 24 de maio de 2009

coisas de cc:jam

é verdade que não tenho pegado neste blogue.
é verdade que ele foi criado apenas como objecto de avaliação da cadeira de Técnicas de Expressão Jornalística - Online I, no 2º semestre do 1º ano.

voltei a usá-lo este ano, para postar mais dois ou três trabalhinhos, também relacionados com a cadeira de TEJ - online II

enfim... andava para aqui a vaguear um pouco pelo mundo cibernético, a ver uns blogues e afins (apesar de ter outras coisas para fazer), e lembrei-me aqui do meu "what else"

pensei, "tenho um blogue, apesar de parado no tempo". Posso dar-lhe uma de duas finalidades:
- remover este blogue do imenso espaço que é a world wide web, ou
- dar-lhe um uso, mesmo que esporádico, colocando neste espaço, coisas relativas ao fabuloso mundo que é o mundo de Ciências da Comunicação, na bela Praça Coronel Pacheco!!

(uns momentos a reflectir...)

5 minutos depois...


well, what else can I do?

bem, não se perde nada em (tentar) comunicar qualquer coisita.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

“ Na Ovarense, não jogamos para nos divertirmos, jogamos para ganhar”

Em Ovar, basquetebol é sinónimo de desporto rei. Com a equipa de futebol a atravessar uma grave crise, o basquetebol vai trazendo alegrias ao povo de Ovar, que vê a sua equipa no topo da modalidade. Vencedora de três campeonatos consecutivos, o plantel encontra-se com novo treinador. Antigo atleta da casa pela qual conquistou inúmeros prémios, Mário Leite vê-se agora envolvido num novo desafio: treinar a equipa principal da Ovarense.


Apesar do pouco tempo que tem à frente da equipa técnica principal, Mário Le
ite faz um balanço “extremamente positivo”. “Já tinha tido a experiência de treinar a Ovarense noutras ocasiões, mas sempre num curto período de tempo e nunca como treinador principal” refere. O convite, esse, aceitou-o nesta altura porque conta com a colaboração de Carlos Pinto, outro profissional da casa, “Devo um enorme agradecimento ao treinador que colabora comigo, o Carlos Pinto, pois só com este enquadramento foi possível, eu aceder ao convite para treinar a equipa principal, conciliando com a minha outra actividade profissional”.


Depois de uma época transacta (07/08) em que a Liga Profissional de Basquetebol contou com menos equip
as inscritas, este ano, velhos adversários da Ovarense, voltaram em força, prontos a disputar com a equipa campeã, um lugar no topo. Para além do F.C. Porto, equipa que nos últimos três anos perdeu com a Ovarense nas finais, permitindo à equipa de Ovar alcançar o tri-campeonato, Mário Leite considera que Benfica e CAB Madeira possuem excelentes condições para lutar pelo título.
Às habituais competições (Liga, Supertaça, Taça de Portugal) junta-se ainda, este ano, em fase experimental, a competição que junta equipas da Liga Principal com equipas da Proliga (segunda divisão) numa competição cruzada. Com o fim da Liga profissional, o objectivo foi o de não deixar ninguém de fora e dar um novo ânimo à modalidade que, também ela, atravessa uma fase de crise. Porém, Mário Leite refere as contrapartidas deste modelo, “Isso trás problemas aos treinadores. Quiseram envolver o maior número de clubes para que ninguém se visse descontente. Este foi o formato encontrado e que para este ano, todos concordámos. Mas no futuro não acreditamos muito neste formato. E porquê? Não é fácil, para nós treinadores, mantermos os atletas concentrados para jogar um jogo, por exemplo, contra o Futebol Clube do Porto e a seguir jogar contra uma equipa da Proliga, que até vai em último lugar. Nós tentamos que os atletas mantenham sempre o mesmo nível de concentração. É preferível o equilíbrio, é isso que trás as pessoas ao pavilhão”.

Quanto a objectivos para esta época, o técnico é assertivo, “Lutarmos por todas as competições em que participamos, e esse lutar implica ganhar”
(notícia relacionada - Record). Refere que a equipa vai lutar com todas as forças, mas deixa claro que, para o caso de não conseguirem, pelo menos que todos percebam que se esforçaram por isso. Mas a pressão para a obtenção de resultados é grande, “Todos os clubes que ganham, que estão no topo da modalidade, em todas as modalidades, sentem essa pressão, logo à partida. Portanto, nós na Ovarense, não jogamos para nos divertirmos, jogamos para ganhar. Fomos campeões três anos consecutivos, há esta carga toda, neste momento, na equipa…”.

“Considero-me um ganhador e penso que nós, treinadores, tentamos incutir isso nos jogadores. Jogamos sempre para ganhar” remata o treinador da Ovarense.


(artigo relacionado)

outros artigos para consulta:
http://www.ovarbasketjovem.blogspot.com/
http://www.apostaganha.pt/ovarense-a-historia-de-um-tri-campeonato/


TEJ II - Online
Mariana Teixeira, 2ºano, turma 2

Na Ovarense de alma e coração

De atleta de alta competição a treinador da equipa principal de basquetebol da Ovarense, Mário Leite tem visto a sua carreira no mundo do desporto recheada de sucessos.



A sua primeira experiência no mundo do desporto foi aos 7 ou 8 anos, no hóquei em patins. Porém, foi convencido pelos amigos de infância a experimentar o basquetebol. Começou por assistir aos treinos e experimentar. E o gosto por este desporto falou mais alto. A emotividade do desporto é um dos factores que realça. A incógnita do resultado final, a adrenalina de um desfecho que pode mudar em segundos cativou-o também.
Do pri
meiro jogo aos triunfos, foi um processo natural. Dos inúmeros prémios que ganhou ao longo da sua carreira como jogador, Mário Leite destaca “…quando a Ovarense foi pela primeira vez campeã nacional”. O Carnaval saiu à rua, como relembrou, “naquele ano, 1987-1988, o Carnaval saiu literalmente à rua”.
Na sua, ainda, curta carreira como treinador, tem no entanto, também, momentos que destaca, como “quando iniciámos o BCO, Basquete Clube de Ovar, e em que eu fui o treinador principal, e fomos campeões nacio
nais. Foi um momento fantástico.”

Actualmente, concilia o papel de treinador da equi
pa principal da Ovarense com o cargo de técnico de Desporto na Câmara Municipal de Ovar, onde trata de promover o desporto em geral junto da população vareira, assim como as questões do associativismo, dos apoios, a realização de eventos, as infra-estruturas desportivas, a expressão psico-motora nas escolas de 1º Ciclo e as actividades extra-curriculares.
Ao longo da sua carreira, como atleta e agora como treinador, Mário Leite confirma já ter recebido vários convites de outras equipas. Mas o seu amor ao clube e a sua forte ligação à cidade têm-no levado a declinar esses convites e a continuar ligado ao clube que o viu nascer para o desporto.

Chegar a seleccionador nacional? “Não, eu nunca pensei nisso. Fui atleta internacional, mas como treinador, nunca pensei muito nisso”, declara.








(artigo relacionado)


TEJ II - Online
Mariana Teixeira, 2ºano, turma 2

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

“Prazer como alavanca para o desenvolvimento”

Entrevista


Luís Lopes teve um encontro com o Swásthya Yôga há mais de 20 anos e nunca mais deixou de o praticar. Ser instrutor de yôga e viver de acordo com esta esta filosofia de vida “tem sido uma diversão total”.
Luís Lopes afirma que o
Swásthya introduziu na sua vida uma “proposta de uma maneira de estar mais saudável em todos os aspectos com um sistema que era prático, que não era especulativo nem filosófico”. Quando começou a praticar esta “arte”, Luís sentiu que tinha encontrado aquilo de que sentia falta, completado “aquela insatisfação” e que foi um “redescobrir da vida, redescobrir de coisas simples”. O filme da vida de Luís estava a “preto e branco” até encontrar o Swásthya que lhe “limpou as lentes e mostrou que o filme afinal tinha cor, perfume e mais do que duas dimensões”. Afirma ainda que esta proposta está “completamente integrada na vida onde nós estamos” e que induz a um “desenvolvimento como ser humano tendo por base a qualidade de vida”.
O grande lema desta filosofia de vida é “prazer como alavanca para o desenvolvimento”. O director da
Unidade de Yôga do Campo Alegre (Porto) diz que “estamos treinados ao contrário, que todas as metas e objectivos que queremos atingir têm que ser através de sofrimento”, mas no yôga a proposta é “ algo diferente que leva o ser humano ao seu auto –desenvolvimento , mas pela alavanca do prazer.”
Esta “ arte” tem um conjunto de técnicas que incrementam diversas áreas da vida e do corpo do ser humanos. Estes efeitos colaterais da prática consistem num “aumento da qualidade de vida, da gestão do stress, do emocional, da melhoria do seu funcionamento orgânico, da melhoria da sua concentração, da gestão das pressões do exterior...tem uma quantidade enorme de resultados”. Contudo, Luís afirma que é preciso encarar estas “melhorias como meras consequências, acidentes de percurso de uma filosofia saudável que se exerce”.
“Para quê fazer yôga? Como dizia o Mestre DeRose(vídeo)
, para nada! Para quê fazer dança? Para quê fazer pintura, escultura, violino ou outra arte qualquer? É uma pergunta descabida, porque a gente não consegue viver sem exercer isso que já está dentro de cada um de nós. O Yôga tem que ser encarado da mesma forma que o pintor pinta o seu quadro, o escultor esculpe a sua obra, o bailarino dança com o seu corpo, é já algo que está dentro da própria pessoa...”






Carla Santos 2º ano T3

Swásthya Yôga

Luís Lopes, actualmente com 47 anos, veio do Brasil para Portugal em 1987 e trouxe o Swásthya para a cidade do Porto.
Abriu uma escola, ajudou na abertura das restantes e participou na criação da Federação de Yôga do Norte da qual é presidente. O seu trabalho consite em não só gerir e administrar a sua escola e a federação, como formar novos instrutores pela Universidade de Yôga , ensinar a interessados na filosofia, organizar festivais e eventos, e ainda leccionar cursos dentro e fora do país na sua área de especialização - área emocional que é o “motor de ignição de qualquer ser humano”.
O yôga que Luís Lopes (entrevista) ensina, SwáSthya Yôga, tem o nome da sistematização do Yôga Antigo, criado há 5 mil anos atrás, no noroeste da Índia, e que foi condenado à exclusão e ao esquecimento.Sistematizado no Brasil pelo Mestre DeRose na década de 60, o Swásthya já está presente em mais de 10 países num total de 200 escolas - Alemanha, Argentina, Chile,Inglaterra, Bélgica, França, Espanha e Portugal.
A Universidade de Yôga apresenta aos interessados cursos de extensão universitária. São precisos 12 anos para a formação completa de um instrutor de Swásthya, mas a meio do curso o aluno já pode começar a ensinar, pois “só com a prática é que se aprende a melhorar”.A
UniYôga já existe no Brasil desde a década de 70 e em Portugal desde 97, com um convénio com a Universidade Lusófona.



Carla Santos 2º ano T3